Passa a ser obrigatória a apresentação da caderneta de vacinação da criança e do adolescente no ato da matrícula e rematrícula escolar no município. A lei foi sancionada pelo prefeito Rafael Diniz e publicada na edição desta terça no Diário Oficial do Município.
De acordo com a lei, a caderneta de vacinação deverá estar atualizada, com todas as vacinas consideradas obrigatórias em dia, de acordo com o calendário de vacinação da criança e do adolescente, nos termos das disposições do Ministério da Saúde (MS), Secretaria de Saúde do Estado (SES) e Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Será dispensado da vacinação obrigatória, o aluno que comprovar a contraindicação da vacina faltante por atestado médico. A falta da apresentação deste documento ou a constatação da falta de alguma vacina obrigatória não impedirá a matricula, devendo a situação ser regularizada num prazo máximo de 30 dias. Neste caso, a escola deve informar aos pais ou responsáveis as vacinas faltantes, a importância da vacinação e orientar a procura por um posto de saúde para regularizar a vacinação. Caso a situação não seja regularizada no prazo previsto, a escola deverá comunicar o fato ao Conselho Tutelar para adoção das providências cabíveis.
– É extremamente importante que as crianças e os adolescentes tenham a caderneta de vacinação em dia. Foi muito pedido por nós que esse critério fosse adotado. Dessa forma, conseguimos manter a vida desse público em dia contra as doenças imunopreviníveis. Todas as escolas terão uma campanha preventiva, observando esse calendário com maior proximidade durante a matrícula – destacou a diretora da Vigilância em Saúde da SMS, Andreya Moreira.
A Vigilância em Saúde orienta aos pais ou responsáveis que, antes mesmo do período das matrículas ou rematrículas, procurem uma das salas de vacinação ou o Centro de Saúde para que um profissional oriente corretamente se há vacinas faltantes e realize a imunização, se necessário.

 

Fonte: Supcom PMCG
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