Estou grávida! E agora, o que não pode faltar na minha alimentação?

A gestação é uma fase de extrema atenção, principalmente quando o assunto é alimento. A má nutrição acarretará inúmeras consequências negativas e dificultará o desenvolvimento correto e natural do bebê. E aquela velha história de que grávida deveria comer por dois, procede? Não. O excesso não é interessante e quando existe é comum, como consequência, o desenvolvimento do diabetes gestacional, assim como pressão alta, malformação do tubo neural do bebê, dificuldades no momento do parto e outros fatores, que podem desencadear complicações ao bebê em longo prazo, como a obesidade.

Nesse momento, a quantidade e a qualidade dos alimentos devem ser levadas em consideração. É interessante fracionar as refeições de cinco a seis vezes ao dia, considerando intervalos de duas ou três horas entre uma refeição e outra, assim conseguimos evitar picos de hipoglicemia, como também facilitar a digestão e diminuir os quadros de enjoo e azia – muito comuns no período. Mas, então, o que comer?

Primeiro ponto a ser levado em consideração: beba bastante água e líquidos em geral, como água de coco e sucos naturais de frutas. A hidratação ajuda a regular a temperatura do organismo e também contribui para o funcionamento normal do intestino. Ainda para controle intestinal, aposte nos cereais integrais, fontes de fibras. Destaque, por exemplo, para: chia, linhaça e aveia. As fibras ainda irão contribuir com o controle do açúcar e do colesterol na corrente sanguínea.

Fontes alimentares de proteínas devem fazer parte do cardápio dessa gestante, uma vez que garantem o crescimento e desenvolvimento do bebê em todas as fases da gestação. Além disso, auxiliam no bom desenvolvimento da placenta e do útero. Fontes como carnes magras, clara de ovo, frango e peixes, e leguminosas (feijões, grão-de- bico, fava e tremoço) também podem ser introduzidas, no entanto, cautela com a quantidade, uma vez que geram gases. O feijão Azuki é uma boa opção por ser menos fermentativo e reduzir a formação de gases.

O cálcio é um dos minerais que devem ser muito considerados nessa fase. É de extrema importância para a formação dos ossos e dentes do bebê, como também para as estruturas da gestante. Como ótimas fontes de cálcio, temos: leites e derivados, vegetais de cor verde-escura, chia, linhaça e gergelim. Outros minerais e vitaminas como ferro, fósforo, vitamina C, vitamina D, ácido fólico, magnésio, zinco, cobre e as vitaminas do complexo B são muito bem-vindos. Eles auxiliam na regulação da pressão arterial, controle do açúcar e colesterol sanguíneo, formação dos ossos e musculatura. Sendo assim, varie as frutas, verduras e os legumes.

Aposte em frutas cítricas, vegetais folhosos e não se esqueça de variar as opções e as cores dos alimentos. O consumo de ômega 3 também deve ser valorizado. Responsável pelo desenvolvimento cognitivo e visual dos bebês, regula também a pressão arterial e controla os níveis de colesterol na corrente sanguínea. É interessante seu consumo pelo menos a partir do último semestre de gestação até o sexto mês de amamentação.

Não menos importante, podemos citar os alimentos com ação antioxidante. Nesta categoria, estão as frutas berries (cranberry, goji berry, blueberry), que diminuem a ação dos radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce e doenças como câncer, diabetes, hipertensão e as do coração. O colágeno é indicado quando o assunto é manter a firmeza da pele, das unhas e dos cabelos, e proteger as articulações. Vale introduzir!

Independentemente de qualquer orientação, sempre consulte seu médico/nutricionista e busque a individualidade.

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Fonte: Rede Mundo Verde / Marcela Mendes
Foto: Site Campos Agora / Mundo Verde